Caminhão carregado com materiais de construção tomba, atinge casa e deixa crianças feridas em Juiz de Fora

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Caminhão carregado com materiais de construção tomba, atinge casa e deixa crianças feridas em Juiz de Fora

Caminhão carregado com lajotas tombou e atingiu casa em Juiz de Fora (Foto: VVagner Tolendato/G1)

 Empresa responsável pelo caminhão disse que veículo estava compatível com material carregado e que presta auxílio aos feridos.

Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar (PM) e Defesa Civil atenderam na manhã desta quinta-feira (9) a uma ocorrência de trânsito entre os bairros Poço Rico e Granbery, em Juiz de Fora.

O motorista de um caminhão carregado de blocos para construção tentou subir uma ladeira na Rua Antônio Dias, mas o veículo não teve potência suficiente e voltou de ré, batendo em uma casa, tombando e bloqueando a via.

Duas crianças, que estavam em um cômodo da residência, ficaram feridas e foram levadas para o Hospital Albert Sabin. Elas tiveram alta ainda na quinta.

A empresa responsável pelo caminhão informou que os veículos são pesados antes e depois do carregamento, obedecendo às normas da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) e que o caminhão estava compatível com o material carregado. Um represente está prestando auxilio aos feridos e a carga deve ser retirada nesta tarde.

Caminhão carregado com lajotas tombou e atingiu casa em Juiz de Fora (Foto: Vagner Tolendato/G1)Caminhão carregado com lajotas tombou e atingiu casa em Juiz de Fora (Foto: Vagner Tolendato/G1)

Com o impacto da batida, o caminhão tombou e a carga de blocos ficou espalhada pela rua. O motorista disse que estava subindo o morro para fazer a entrega do material em uma obra quando o veículo perdeu força e teve uma falha nos freios.

A bateria do caminhão foi retirada e o vazamento de combustível foi controlado pelos bombeiros, por causa do risco de explosão.

Como a rua é íngreme, o acesso de caminhões pesados é proibido no local. O engenheiro responsável pela obra admitiu que o fluxo de caminhões é ocasionado pela construção.

Caminhão carregado com lajotas tombou e atingiu casa em Juiz de Fora (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)Caminhão carregado com lajotas tombou e atingiu casa em Juiz de Fora (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

A estrutura da casa atingida ficou comprometida e a Defesa Civil fez uma avaliação do local.

No momento do acidente, três pessoas estavam na casa, entre elas as duas crianças, de sete e 10 anos. O veículo atingiu o quarto delas, que tiveram escoriações, foram socorridas e levadas para o hospital. Os dois devem ter alta ainda nesta quinta.

(FONTE: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/caminhao-com-materiais-de-construcao-tomba-e-atinge-casa-em-juiz-de-fora.ghtml)

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Carreta tanque tomba em Piraí, RJ, e combustível derrama em córrego

Segundo a NovaDutra, concessionária que administra a rodovia, o acidente aconteceu próximo a uma pista de acesso à Via Dutra, na altura do km 235.

Carreta tanque tomba em Piraí, RJ, e combustível derrama na pista (Foto: PRF/Divulgação)

Carreta tanque tomba em Piraí, RJ, e combustível derrama na pista (Foto: PRF/Divulgação)

Uma carreta tanque carregada com diesel e gasolina tombou durante a madrugada desta quinta-feira (3) em Piraí, no Sul do Rio de Janeiro. Segundo a NovaDutra, concessionária que administra a rodovia, o acidente aconteceu próximo a uma pista de acesso à Via Dutra, na altura do km 235.

O motorista sofreu ferimentos leves e foi levado para o Hospital Flávio Leal. Ainda de acordo com a NovaDutra, após o tombamento, parte dos combustíveis acabou derramando em um córrego próximo ao local.

Por isso, técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) foram acionados e estão no local avaliando se o produto causou danos à natureza.

 Carreta tanque tomba na Dutra, em Piraí, RJ, e combustível derrama na pista (Foto: Robson Martins Franco dos Santos/Arquivo Pessoal)

Carreta tanque tomba na Dutra, em Piraí, RJ, e combustível derrama na pista (Foto: Robson Martins Franco dos Santos/Arquivo Pessoal)


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BR está interditada há mais de 40h por risco de explosão de caminhão-tanque

Técnicos são aguardados pela PRF para destombar o veículo no Sul do Piauí.

 

Caminhão carregado de combustível tombou  na BR-135 (Foto: Divulgação/PRF)

Caminhão carregado de combustível tombou na BR-135 (Foto: Divulgação/PRF)

Com risco de incêndio e novos acidentes, a BR-135 está interditada há mais de 40h no Sul do Piauí e sem previsão de liberação. No sábado (22), um caminhão carregado de diesel e gasolina tombou, causando vazamento de combustível na pista. O motorista do veículo morreu e um passageiro ficou ferido.

“Pelos riscos de explosão e incêndio decidimos interditar o trecho em Eliseu Martins nos dois sentidos. Além disso, o asfalto está cedendo no local do acidente por conta do contato com o combustível”, explicou o inspetor Jonas Mata, da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Técnicos e peritos da Suatrans, empresa de Fortaleza responsável pelo veículo, estão sendo aguardados para trabalhar no destombamento. Eles serão responsáveis também pelo processo de descontaminação, que é tirar parte do combustível e gases do tanque.

 Técnicos da Semar e bombeiros fizeram resfriamento do local (Foto: Divulgação/PRF)

Técnicos da Semar e bombeiros fizeram resfriamento do local (Foto: Divulgação/PRF)

“Tal procedimento é demorado e de alto risco, podendo provocar explosão. Já a empresa construtora responsável pelo trecho já esteve no local para avaliar o asfalto e farão reparos no local quando o procedimento de remoção do caminhão for concluído”, acrescentou o inspetor.

Enquanto isso, equipes da PRF orientam os motoristas para um desvio do trânsito por uma estrada vicinal em Eliseu Martins para Colônia do Gurguéia. Já a Polícia Militar realiza o mesmo trabalho em Colônia do Gurguéia, em sentido oposto.

A pista foi interditada logo após o acidente durante cinco horas, mas o tráfego foi liberado em um dos lados da via ainda durante a madrugada de domingo (23). No entanto, a estrada voltou a ser fechada horas depois com a chegada do Corpo de Bombeiros ao local e permanece bloqueada nos dois sentidos até a manhã desta segunda-feira (24).

 Trecho da BR-135 continua interditado  (Foto: Divulgação/PRF)

Trecho da BR-135 continua interditado (Foto: Divulgação/PRF)

“Técnicos da Secretaria de Meio Ambiente e os bombeiros estiveram na rodovia resfriando o local, porque o sol poderia ajudar a provocar um incêndio. O Dnit [Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes] foi informado que a parte do asfalto que teve contato com o combustível está cedendo, podendo provocar outros acidentes”, disse a assessoria da PRF.

A estimativa é que o tanque transportava 15 mil litros de gasolina e a mesma quantidade de diesel. O dado será confirmado quando os policiais tiverem acesso à nota fiscal. As causas do acidente ainda estão sendo apuradas.

Rodovia da morte

A BR-135 é conhecida como ‘rodovia da morte’ por conta dos vários acidentes registrados. Segundo dados da PRF, de janeiro a junho deste ano foram registrados 45 acidentes, que resultaram em 35 mortes. A última ocorrência com vítimas ocorreu em junho quando um ônibus de turismo capotou e deixou nove mortos e 18 feridos.

Em estudo recente, a PRF comprovou que as péssimas condições de segurança da rodovia são alguns dos agravantes para o número elevado de acidentes na região. Em alguns pontos, o desnível entre a pista e o acostamento chega a 30 centímetros, além de 18 km sem vias duplicadas, falta acostamento e largura da pista fora do padrão de rodovia federal.

Fonte G1.


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Amostras de rio de Garuva são coletadas após despejo de produto químico levado por caminhão.

Prefeitura emitiu alerta sobre água do rio. Caminhão bateu em outro e tombou em Guaratuba (PR).

Acidente provoca despejo de sustância corrosiva em rio na divisa com o Paraná

Acidente provoca despejo de sustância corrosiva em rio na divisa com o Paraná

Amostras do Rio São João em Garuva, no Norte catarinense, foram coletadas nesta quinta-feira (13) após o despejo de milhares de litros de produto químico na água por causa de um acidente entre dois caminhões. Um dos veículos tombou em Guaratuba, no Paraná. A Prefeitura de Garuva emitiu alerta sobre a água, como mostrou o RBS Notícias.

Acidente

O acidente ocorreu por volta das 6h30 desta quinta. O caminhão tombou depois de bater em outro. Quase todo o tanque do veículo carregado de produto químico vazou. Ele transportava 11 mil litros de material corrosivo. Quase tudo o que vazou foi para o córrego que corre ao lado da rodovia.

A empresa transportadora disse que o caminhão estava carregado de sulfato de alumínio, que é um sal bastante usado para tratar água, até mesmo a usada em casa. Há problema quando o produto é usado em uma concentração alta. Nesse caso, pode provocar irritação na pele e, se for engolido, queimações internas.

Riscos

O engenheiro químico da transportadora acredita que não haverá dano ambiental. “É um produto que não emite gás, não tem cheiro forte. A concentração de alumínio não é tão alta, dá em torno de 3% de alumínio, que é uma concentração baixa. É um pouquinho ácido, por isso que é jogado calcário. Mas o risco é só se tiver em alta concentração. Em baixa concentração não tem risco”, afirmou Milton de Oliveira.

O acidente ocorreu na BR-376, que é a continuação da BR-101 no Paraná. Pela manhã, as três pistas sentido Sul ficaram fechadas. À tarde, apenas uma continuava bloqueada. Uma equipe de emergências ambientais removeu o resto do produto do tanque do caminhão.

Alerta

O córrego que passa do lado da rodovia deságua em um rio que corta a cidade de Garuva. A prefeitura emitiu um alerta aos moradores. “A gente tomou a preucação de já, logo de manhã, alertar toda a comunidade para não utilizar a água do rio, nem para alimentar animais, ou para se banhar, ou para pesca também, evitar hoje [quinta]. Amanhã [sexta] nós vamos fazer esse monitoramento novamente”, afirmou o secretário de Saneamento Ambiental de Garuva, Márcio Ricardo Herpich.

A carga ia pra empresas têxteis de Brusque, no Vale do Itajaí, para tratar resíduos de produção. Os resultados das amostras do rio coletadas vão apontar se houve dano ambiental.

Fonte G1


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Homem morre após cair em tanque de posto de gasolina em SP

Um homem morreu nesta sexta-feira (17) após cair em um tanque subterrâneo do posto de gasolina em que trabalhava, na Rua Pires do Rio, no Belenzinho, Zona Leste de São Paulo. Dois colegas dele se feriram.

Vítima chegou a ser levada ao pronto-socorro do Hospital Municipal do Tatuapé pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas acabou morrendo.

O segundo ferido foi socorrido e levado ao Hospital Municipal João XXIII, onde, por volta das 19h, seguia com estado de saúde estável. Já o terceiro ferido seguia internado no Hospital Municipal do Mandaqui. O posto de gasolina foi interditado pela Defesa Civil nesta tarde.

O incidente ocorreu às 14h32. De acordo com a PM, o homem que morreu descia ao tanque para efetuar uma limpeza, quando desmaiou ao inalar gás e acabou caindo. Ao verem o acidentado, outros dois homens desceram para auxiliá-lo, também inalaram gás e desmaiaram, caindo da mesma forma. Às 15h55, 17 carros, entre veículos dos bombeiros e equipes de resgate, além do helicóptero Águia, trabalhavam na ocorrência.

Em nota, a empresa Raízen, licenciada da marca Shell, à qual pertencia o posto, disse que “lamenta profundamente o ocorrido e está apurando os fatos”. O caso foi registrado no 8º Distrito Policial de São Paulo, no Brás.

Fonte: http://g1.globo.com/


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LEIS RELACIONADAS AO SEGURO AMBIENTAL

Leis - Seguro Ambiental

Como especialistas em Seguro Ambiental, a Satre Seguros publica as principais leis e resoluções pertinentes à obrigatoriedade e exigências de contratação do referido seguro no Brasil. Nosso intuito é conscientizar que toda empresa tem responsabilidade compartilhada com os transportadores no transporte de seus produtos, e que todo tipo de mercadoria perigosa ou não perigosa pode causar danos ao meio ambiente. Por isto a importância da analise de contratação deste seguro ambiental.

 

Lei nº 6.938 – 31 agosto de 1981

Art.14 – 1º Sem obstar a aplicação de penalidades previstas neste artigo, é o poluidor obrigado, independentemente da existência de culpa , a indenizar ou reparar os danos causados ao meio ambiente e a terceiros , afetados por sua atividade.(…)

Poluidor: a pessoa física ou jurídica, de direito publico ou privado, responsável, direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental. (Art.3º, IV da Lei 6938/81).

 

Lei 12.305/2010 (Decreto 7.404) – PNRS – Art. 40.  No licenciamento ambiental de empreendimentos ou atividades que operem com resíduos perigosos, o órgão licenciador do Sisnama pode exigir a contratação de seguro de responsabilidade civil por danos causados ao meio ambiente ou à saúde pública, observadas as regras sobre cobertura e os limites máximos de contratação fixados em regulamento.

Para que a logística reversa de pós-consumo seja efetivada, a Lei estabeleceu a denominada “responsabilidade compartilhada” de todos os elementos da cadeia de produção, que, nos termos do artigo 3º, inciso XVII, da Lei 12.305/10, é definida como o “conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos desta Lei”.

Os artigos 30 a 36 da Lei 12.305/10 estabelecem as diversas obrigações de todos os agentes que compõem a cadeia de produção para que os produtos sejam projetados, visando à sua reutilização e reciclagem futuras, como também se implantem os referidos mecanismos de logística reversa, para fins de coleta de determinados produtos e embalagens, além da responsabilidade dos consumidores de promover a entrega desses produtos para uma correta destinação final.

Assim, todos são responsáveis pela destinação correta dos produtos, por terem sido proprietários deles uma vez, seja ao adquiri-los como insumos, matérias-primas ou bens de consumo. Como a Lei 12.305/10 instituiu a responsabilidade compartilhada para todos aqueles que participaram do “ciclo de vida do produto”,

 

Lei 13.577/2009 (Decreto 59.261) – Determina e define como responsáveis legais e solidários pela prevenção, identificação e remediação de uma área contaminada não somente o causador da contaminação e seus sucessores, como também o proprietário atual da área, o detentor da posse efetiva e quem dela se beneficiar direta ou indiretamente.

Lei 9.795/99, que dispõe sobre educação ambiental no Brasil.

Resolução nº 420/04 da ANTT que define o que é um produto perigoso: (baseada na Resolução ONU), ou que represente risco para saúde das pessoas, para a segurança publica ou para o meio ambiente.

Resolução nº 9644/88 da ANTT: Regulamenta Transporte Terrestre de Produtos Perigosos  ( Responsabilidades)

Resolução Nº 2190 – ANTAQ, de 28 de julho de 2011:

Disciplina a Prestação de Serviços de retirada de Resíduos de Embarcações;

Exige o credenciamento de todos os prestadores;

Exige apólice de seguro ambiental para o credenciamento.

Resolução SMA nº 45 – 23 de junho de 2015

Define as diretrizes para implementação  e operacionalização da responsabilidade pós-consumo no Estado de São Paulo, e dá providências correlatas.

  • Óleo lubrificante usado e contaminado;
  • Óleo combustível;
  • Filtro de óleo lubrificante automotivo;
  • Baterias automotivas;
  • Pilhas e baterias portáteis;
  • Produtos eletroeletrônicos e portáteis;
  • Lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio de luz mista;
  • Pneus inservíveis;
  • Medicamentos domiciliares, vencidos ou em desuso;
  • Embalagens (limpeza, higiene, agrotóxicos, etc.).

Portaria SEP 111 / 2013

Estabelece as normas, os critérios e os procedimentos para a pré-qualificação dos operadores portuários de que trata o inciso IV do art. 16 da Lei nº 12.815, de 5 de junho de 2013.

Seguro Compreensivo Padronizado para Operador Portuário, conforme as normas da SUSEP (?)

  1. c) A apólice de seguro deverá, obrigatoriamente, conter cláusulas de cobertura a danos ao patrimônio público portuário, ao meio ambiente e a terceiros;

PL 6259/2013

Torna obrigatória a contratação de seguro contra o rompimento ou vazamento de barragens, e dá outras providências.

Art. 1º É obrigatória, desde a fase de construção, a contratação de seguro contra o vazamentos ou o rompimento de barragens, para a cobertura de danos físicos, inclusive morte, e de prejuízos ao patrimônio público ou privado, e ao meio ambiente, nas áreas urbanas e rurais situadas a jusante destas obras.

NORMAS TÉCNICAS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA  – ABNT NBR

7500 : Identificação ( 2009 )

7501 : Terminologia (2005)

7503 : Ficha de Emergência e envelope para o Transporte (2008)

9735 : Conjunto de equipamento para emergências (2009)

10271 : Conjunto de equipamento para emergências- Acido Fluorídrico (2005)

12982 : Desvaporização de  Tanques – Classe 3 (2002)

13221 : Transportes de Resíduos (2005)

14064 : Atendimento de Emergências  (2003)

14095 : Área de Estacionamento (2008)

14619 : Incompatibilidade Química (2009)

14725-4  : Ficha de informação de Segurança de Produtos  – FISPQ (2009)

15480 : Plano de Ação Emergência – PAE (2007)

15481 : Requisitos Mínimos de segurança (Check List )  (2008)

15512 : Transporte de Biodiesel

15589 : Cofre de Carga ( Plástico ) (2008)

Quem exige o Seguro Ambiental?

Empresas públicas e privadas já fazem exigência da obrigatoriedade do seguro ambiental na aquisição e prestação de serviços como:

  • Contratos de prestação de serviços para distribuidoras combustíveis e produtos químicos diversos;
  • BNDES, Petrobrás, Contratos de concessão, financiamentos, grandes obras, aquisição e venda de propriedades;
  • Indústrias que primam o nome da empresa e proteção aos acionistas, visando à destinação correta e responsável de toda cadeia de produção, evitando que possam se envolver em acidentes que afete a imagem da mesma perante a sociedade e sua conduta sustentável;
  • Órgãos licenciadores dos estados.

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Seguros de Postos de Combustíveis – Cenários de Riscos

Risco em postos de combustíveis

Quando falamos em seguros para empresas, nos vem logo na cabeça as coberturas tradicionalmente conhecidas do empresário como Incêndio, Explosão, Vendaval e Roubo. Muitos empresários adquirem seu seguro empresarial junto a Bancos, que não possuem preparo e competência para avaliar o seguro mais adequado a empresa, bem como existem as contratações que visam o menor preço e o mínimo possíveis de coberturas. Tais atitudes geram na maioria das vezes um descontentamento muito grande dos empresários quando se deparam com uma situação de sinistro. Avaliar todas as coberturas existentes no mercado para o seu negocio é de suma importância para garantir os riscos tangíveis e intangíveis e a responsabilidade civil perante terceiros e funcionários. Imaginando os cenários de riscos para Postos de Combustíveis , deparamos com inúmeras situações possíveis de acontecer como:

  • Impacto em bombas, vazamentos e explosões.
  • Roubos a lojas de conveniências e a caixas eletrônicos.
  • Riscos a clientes e funcionários em virtudes das ações de roubo, acidentes no abastecimento e manobra de veículos.
  • Vendaval e queda de objetos como estruturas e letreiros.
  • Riscos na operação de descarga do combustível.
  • Riscos ambientais nas operações de transporte do combustível.
  • Riscos ambientais no solo do local de operação.
  • Danos elétricos nas bombas, máquinas e computadores.
  • Queda de veículos em troca de óleo.
  • Roubo ou perda de carga transportada.
  • Prejuízos por paralisação da atividade em função de um sinistro.

Portanto, o empresário proprietário de posto de combustível, deve procurar um corretor capacitado com expertise no segmento. Ele vai ofertar de uma forma ampla as garantias ideais para o negócio, abrangendo todas as situações de riscos pertinentes ao negócio. O trabalho de uma vida não pode ser perdido por situações adversas que podem acontecer em segundos.

RICARDO REIS

CORRETOR DE SEGUROS ESPECIALISTA EM SEGUROS AMBIENTAIS, TRANSPORTES E RISCOS EMPRESARIAIS.


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